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Gastronomia

Conheça o molho ideal para 9 tipos de macarrão

Preparamos uma lista com nove tipos de macarrão e os molhos que mais combinam com cada um. Experimente em casa!

Na casa da avó tem, na dos solteiros também. Nos restaurantes, quinta-feira e domingo são seus dias oficiais, mas às vezes dá uma passadinha por lá na segunda, terça, quarta…. Pode ser servido também frio, como salada ou entrada. Mas pode vir quente, na sopa ou coberto de molho.

Não tem discussão: a versatilidade e o sabor tornam o macarrão um dos pratos mais pedidos e apreciados no mundo. Os brasileiros estão em 3º lugar na lista de maiores consumidores mundiais da massa, ficando atrás apenas dos EUA e, claro, da Itália. Para se ter uma ideia, os italianos gostam tanto, TANTO do prato, que anualmente cada um consome, em média, 25,3 quilos de macarronada. Ao todo, o país come cerca de 1,5 milhão de toneladas!

 

Veja também: Como conservar seu queijo parmesão em casa

 

Por causa dessa paixão, é muito comum achar que a massa foi criada por alguma Mama italiana. Porém, existem dúvidas sobre sua origem, mas seja onde for, está longe da Itália. Alguns dizem que é chinês e outros afirmam que foi criada pelo povo árabe. A única certeza é de que italiana, não é.

Bem, podemos não saber ao certo onde realmente nasceu o macarrão, mas com certeza ele recebeu durante séculos toques daqui, outros de lá, o que resultou na criação de mais de 300 tipos de massas. E com elas vieram seus acompanhamentos: molhos que variam de acordo com cada cultura e, principalmente, com cada tipo de massa.

São inúmeros, cada um mais criativo do que o outro. Mas nesse mar de opções, qual escolher? Qual molho usar? Na verdade, o ideal é combinar a massa de acordo com o SEU paladar, mas chefs e especialistas em gastronomia garantem: usando o molho certo para cada tipo de macarrão, a preparação fica ainda melhor.

Para homenagear o Dia do Macarrão, comemorado no dia 25 de outubro, separamos 9 tipos de massas conhecidos dos brasileiros e suas melhores combinações.

 

Fusilli: pelo seu formato, nosso famoso “parafuso” adere bem ao molho. É uma massa versátil, que pode ser usada com molhos mais encorpados, como à bolonhesa, e também os mais leves, como ao sugo ou bechamel.

Bucatini: é um espaguete grosso com um buraco no meio. Costuma ser acompanhado pelos molhos Alfredo, puttanesca ou pesto.

Capellini: Conhecido como cabelo de anjo, esse tipo combina com molhos leves e simples, como ao sugo, bechamel e sopas.

Fettuccine: parece um espaguete “achatado”, formando fitas, como o nome italiano sugere. Trata-se de uma massa feita de ovo e farinha muito popular na cozinha romana. Geralmente é comido com ragu de carne ou de frango, mas é muito versátil e combina muito bem com todos os molhos.

Penne: parece um tubo curto e fino. Ideal para molhos ao sugo, alho e óleo, bechamel e legumes salteados.

Farfalle: conhecido pelos brasileiros como gravatinha ou borboleta (tradução do italiano), é uma massa curta indicada para sopas, saladas e ensopados.

Espaguete: Esse é, disparadamente, o tipo mais conhecido e consumido no mundo, principalmente na Itália. Geralmente servido com molho ao sugo ou à bolonhesa, também é o grande parceiro do carbonara e molho Alfredo com frutos do mar.

Capeletti: Não se assuste: o capeletti é um macarrão, mas do grupo “recheados”. Ele combina com molho à bolonhesa ou bechamel, mas vai bem, mesmo, no caldo de frango, compondo o famoso prato capeletti in brodo.

Ravioli: assim como o capeletti, o ravioli também faz parte do grupo “recheados”. Se ele for recheado com carne vermelha, são recomendados os molhos simples (ao sugo, Alfredo ou bechamel). Se for recheado com carne branca, um molho 4 queijos cai muito bem.

 

O que esse molhos têm?

Ao sugo: é a base para a maioria dos molhos vermelhos. É um molho simples, versátil e muito presente no dia a dia, toda família tem sua receita secreta, feita somente com tomate e seus temperinhos (sal, glutamato monossódico, manjericão, tomilho etc.).

Bechamel: é a base de todos os molhos brancos. De origem francesa, esse tipo leva margarina, farinha branca e leite.

Alho e óleo: simples, porém importantíssimo. Aqui o alho é a estrela principal do prato. Vale acrescentar legumes, como brócolis, abobrinha e espinafre.

Bolonhesa: esse dispensa apresentações e tem gostinho de avó. No passado, usavam-se pedaços graúdos de carne de segunda, ao invés de carne moída. Mas a ideia continua sendo a mesma: a carne ficar por longas horas apurando no fogo junto com o molho ao sugo.

Carbonara: extremamente cremoso, esse tipo leva gema de ovo, queijo parmesão, bacon e creme de leite.

4 queijos: esse molho dá liberdade para misturar os queijos ao creme de leite, mas nós sugerimos uma opção mais saborosa e umami: parmesão, provolone, muçarela e gorgonzola.

Puttanesca: feito com ingredientes napolitanos, que combinam muito bem com a base de tomate. Nele tem anchovas, azeitonas, alcaparras, alho e pimenta calabresa!

Pesto: a carinha verde dele pode não agradar muito, mas basta experimentar para ser seduzido pelo sabor do manjericão misturado com nozes, queijo parmesão e azeite.

Alfredo: um molho simples, porém muito cremoso, feito com parmesão, nata e manteiga. É um dos clássicos romanos imperdíveis. Pode-se acrescentar brócolis, frango grelhado ou camarão.

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