Algas contribuem com uma série de minerais e são muito versáteis. Conheça os nutrientes de três tipos comuns na culinária: kombu, wakame e nori.

Prato com salada de wakame e gergelim.

Você já experimentou uma alga marinha? Elas são muito comuns na culinária asiática, mas dificilmente encontradas em pratos brasileiros. Apesar de parecerem só uma “folhinha”, as algas contribuem com minerais importantíssimos para nossa saúde, como ferro, niacina (vitamina B3) e iodo.

Além dos benefícios, são um alimento versátil, que pode ser usado em sopas, caldos, cozidos, recheios e até como aperitivo. Conheça três dos tipos mais usados na gastronomia oriental: kombu, wakame e nori, todas umami!

 

Kombu

O grupo das algas kombu reúne várias espécies que vão muito bem em ensopados.  Composto, em parte, por proteínas, o grupo tem uma quantidade relevante de ferro e iodo, além de possuir alguns outros minerais e vitaminas.  É um dos principais ingredientes do caldo dashi, uma das bases da culinária japonesa e que está relacionada a origem da descoberta do quinto gosto.

 

Wakame

A wakame está presente nos pratos dos japoneses desde a antiguidade. Assim como a alga kombu, também contém diversos minerais, além de ter grande quantidade de fibras e vitaminas do complexo B. É muito usada como ingrediente em duas preparações muito tradicionais da culinária daquele país: a sopa de missô e o sunomono, uma salada feita com pepino e vinagre. Também pode ser utilizada para complementar outras sopas e saladas. O glutamato, claro, marca presença.

 

Nori

O nori é um tipo de alga cultivada em litorais e colhida entre os meses de novembro e abril. Normalmente, é cortada em pequenos pedaços, seca e finalizada em formato de folhas. Ela possui glutamato e outros intensificadores de sabor, ou seja, é uma explosão de umami. A alga é rica em proteínas (de 30 a 50% de sua composição), além de conter vitaminas A e B. Além de enrolar os tradicionais sushis, é uma boa opção para ser servida como snack crocante.