Como escolher bem o peixe? Veja como garantir pescado fresco na sua mesa!

 

peixe1Além de gostosos, os peixes são uma boa pedida quando o assunto é saúde: ricos em ômega 3, podem ajudar na redução da pressão arterial, além de aumentar a fluidez do sangue. São boas fontes de ferro e vitamina B12, nutriente importante para o combate à anemia. Ainda, por serem riquíssimos em proteínas, são fundamentais para os músculos.

Mas consumi-los sem ter certeza de sua qualidade pode ser um tiro no pé: se estiverem vencidos ou estragados podem colocar sua saúde em risco e causar uma intoxicação alimentar. Por isso, é preciso ficar atento aos detalhes na hora de comprá-los.

Veja estas cinco dicas para não haver erros na hora de escolher o peixe:

 

1) Escolha os que estão embaixo, ao comprar peixes frescos. Esses ficam mais em contato com o gelo do que os que estão por cima, portanto ficam mais refrigerados e conservados.

2) Fique atento ao cheiro. Os peixes frescos exalam cheiro de mar e não devem ter odor forte, típico de fim de feira. Preste atenção no odor que sai da barriga do pescado: se estiver com cheiro forte, não compre! O primeiro lugar em que o peixe sofre deterioração é na barriga, onde estão os restos de comida.

3) Se ele vier numa bandeja, observe se há água por baixo. Se houver, é um sinal de que o peixe foi mal acondicionado.

4) Confira  o aspecto físico do peixe. O corpo tem que estar firme e resistente. Mas não deve estar muito rígido a  ponto de você não conseguir dobrá-lo. Corpo mais flexível significa que o peixe morreu há pouco tempo. Se não for possível dobrá-lo, é sinal de que o peixe estava congelado, mesmo aparentemente não estando, ou seja,  não é tão fresco assim.

5) As brânquias devem estar vermelhas ou rosadas e úmidas, os olhos brilhantes, as pupilas escuras e a íris branca ou amarelada.

 

O umami nos peixes

Os peixes e os frutos do mar são ricos em substâncias que conferem o gosto umami. Então, se você deseja experimentar o quinto gosto, insira-os no cardápio!

De acordo com a Nutrient Database for Standard Reference (Banco de Dados para Nutrientes) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos da América (USDA), a concentração de ácido glutâmico total desses alimentos é de até 4,0g/100g.